Zack Snyder takes over The Greatest American Hero

O que aconteceria se nosso queridão Zack Snyder comprasse os direitos e fizesse um filme do Super Herói Americano? No mundo do cinema nada é impossível e esse dia pode chegar antes do que você imagina. Quando isso acontecer finalmente conheceremos uma versão mais dura, real e relacionável do nosso saudoso herói.

“A vida de Ralph Hinkley muda totalmente quando ele recebe misteriosos e incríveis poderes de uma civilização alienígena e maligna, mas não sabe como utilizá-los. Enquanto luta para tentar controlá-los, causa enorme destruição e mortes. O que poderia ser uma dádiva heróica dos céus, transforma-se num pesadelo sombrio e doente”. 

Esqueça a trilha sonora que você conhece, esse filme será marcado por tenebrosos acordes de guitarra enquanto a trama nefasta se desenvolve tragicamente diante de seus olhos.

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Pra Casa do Cabeça >> Rafael Albuquerque

Não é bacana quando alguém faz uma versão do seu herói preferido? Quem viu não se esquece quando nos saudosos anos 80 os Trapalhões de vestiam de Super-Heróis, ou quando o Wolverine apareceu surtado pela primeira vez num jogo de luta. Aparentemente hoje o pináculo da existência de qualquer um desses é ser eternizado num boneco de vinil da Funko. Tudo isso sem contar as inúmeras versões cinematográficas, boas ou ruins, não importa, todas colaboram para enriquecer e aperfeiçoar o personagem. Sherlock Holmes, Super-HomemPernalonga, se ainda existem é porque evoluíram sob a lente de vários talentos diferentes.

Nos quadrinhos a coisa fica um pouco mais pessoal, junto com o personagem vem um pouco da personalidade do autor, um pouco da sua visão e é claro, milhões de outras variáveis mundanas e por isso o resultado é quase sempre imprevisível, mas muito legal, especialmente quando vem de um amigo que também é um dos maiores nomes dos quadrinhos e são os seus personagens. Valeu, Rafa, por enriquecer e aperfeiçoar a figura desses três sem-vergonhas.

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DIBURROSGRAM X – STAR WARS Visions

Fuçando nos cadernos velhos, notei que tive um bom índice de acertos nos palpites pro Episódio VII do #STARWARSa partir daqui, cuidado #SPOILERS – Na ilustração pro OmeletTV 208, no comecinho de 2013, acertei que Leia e Han teriam um filho único meio tranqueira que carrega o capacete do vovô pra lá e pra cá. O nome foi na trave, de “Cauã” pra Kylo. Acertei também que a Leia ia sobrar com o Chewie. Mas errei ao incluir o Lando, o que pra mim foi um tapa na cara da sociedade intergalática. Bem, olhando de novo, parecia até meio óbvio, não? #TheForceAwakens

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Abaixo, Cauã Skywalker in color (nota-se que o capacete do Darth Vader ficou bem ruim) #NonCanon

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Agora, com a miniatura a quinze contos nas bancas, ninguém mais tem desculpa pra desenhar torto o capacete do velho Darth #EstamosDeOlho

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ZiZi >> LE HANTÉ

Eis o video em time lapse do processo da customização do par de sapatos Oxford Repetto Zizi, da Repetto, para a exposição “Repetto Loves Art” no MUBA. Não sou muito disso, de pintar paredes e participar desses eventos onde se desenha ou vivo ou customizações, mas nunca recusaria um convite da Monica Beretta. A ideia veio do folclore e lendas japonesas de fantasmas e demônios, que independentemente do contexto, sempre parecem estar rindo. O processo todo levou quase um dia e foi, como sempre, um pouco mais complicado do que eu imaginava. Deu tudo certo no fim, gostei do resultado e da edição do video feita pelo Rodrigo Castro.

Repetto Loves Art traz o grande ícone da marca – a Cendrillon – em releituras assinadas por profissionais que, com seus olhares distintos e diversos, únicos e criativos, emprestam à sapatilha um visual novo e mudam a nossa relação com ela, que, muitas vezes, encontra na releitura um novo motivo de “ser”. O resultado é uma brincadeira com nossos sentidos e sentimentos, algo muito semelhante ao efeito da dança no espectador – e a dança, como era de se esperar, é parte indissociável da história da Repetto”.

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Dia 1º de Março – Museus Belas Artes de São Paulo – Rua Dr. Álvaro Alvim, 76 – Térreo – Vila Mariana – São Paulo – SP

Trashman

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“He’s giving the homeless a voice the only way he knows how, through art, not violence”.